O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto decretou hoje prisão preventiva para cinco dos 14 detidos no âmbito da Operação ‘Admiral’, estando em causa crimes de fraude fiscal qualificada, associação criminosa, branqueamento e falsificação de documento.

De acordo com a decisão do juiz de instrução Pedro Miguel Vieira, estes cinco arguidos estão ainda sujeitos à proibição de se contactarem.

Segundo a nota divulgada à comunicação social, o sexto arguido que ainda se encontra detido viu ser-lhe aplicada a medida de coação de prisão domiciliária, sendo que “até que se mostrem preenchidos todos os requisitos necessários” para o cumprimento dessa medida irá aguardar em prisão preventiva.

Quanto aos restantes oito arguidos, o TIC do Porto aplicou as medidas de Termo de Identidade e Residência (TIR), proibição de constituírem sociedades e/ou abrir contas bancárias ou nelas deterem poderes de movimentação, proibição de contactar entre si e/ou com qualquer interveniente processual e proibição de se ausentar para o estrangeiro sem autorização prévia do tribunal.

SVF/JGO // ZO

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