Um recorde de dois milhões de novos casos de covid-19 foram registados na semana passada, enquanto o número de mortes caiu 10%, indica hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Contudo, a região europeia da OMS registou o maior aumento de mortes entre 14 e 20 de setembro (+ 27%) em comparação com a semana anterior.

Com excepção de África, todas as regiões registaram um aumento nos casos na última semana.

Globalmente, mais de 30,6 milhões de casos e 950 mil mortes foram relatados à OMS desde o início da doença que começou no final de dezembro do ano passado na China.

“De 14 a 20 de setembro, houve quase dois milhões de novos casos de covid-19, o que representa um aumento de 6% em relação à semana anterior e o maior número de casos relatados numa única semana desde o início da epidemia”, refere a OMS no seu boletim semanal.

No mesmo período, o número de mortes diminuiu 10%, tendo sido notificados 37,7 mil óbitos.

No entanto, o número de casos diagnosticados reflecte apenas uma fracção do número real de infecções já que alguns países testam somente os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm uma capacidade limitada de testagem.

O continente americano, responsável por mais de 38% de todos os novos casos notificados na semana passada, continua a ser o mais afectado, de acordo com as estatísticas da organização.

Porém, a região registou uma queda de 22% no número de mortes.

A região do Sudeste Asiático, que responde por 35% dos novos casos na semana passada, ultrapassou a marca de 100 mil desde o início da pandemia, com nove mil novas mortes na última semana.

As regiões do Mediterrâneo Oriental e do Pacífico Ocidental registaram um ligeiro aumento nos novos casos e no número de mortes nas últimas três semanas.

Em África, a epidemia continua a desacelerar, com quebras de 12% nos novos casos de covid-19 e 16% nos dados sobre as mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 961.531 mortos e mais de 31,1 milhões de casos de infecção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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