Valentina Fonseca, de 9 anos, foi morta alegadamente pelo pai e madrasta. FOTO: Facebook

Começa hoje (17) o julgamento do homicídio de Valentina, a menina de nove anos que foi torturada e morta alegadamente pelo pai e pela madrasta, acusados de homicídio qualificado e profanação de cadáver.

Tanto o pai como a madrasta já confessaram o homicídio e a ocultação do cadáver, mas agora, no arranque do julgamento, o colectivo de juízes quer perceber como se comportam e que tipo de discurso vão apresentar nas sessões.

Na primeira sessão do julgamento, esta quarta-feira, ambos deverão prestar depoimento.

Inspetores da Polícia Judiciária acompanham o pai (D) de Valentina Fonseca, a menina de 9 anos que desapareceu na quinta-feira em Peniche, e foi encontrada morta na manhã de domingo, à saida do Tribunal de Leiria, em Leiria, 13 de maio de 2020. PAULO CUNHA/LUSA

É no pai de Valentina, Sandro Bernardo, que se centra toda a história, pois foi ele quem, no dia 7 de maio de 2020, deu um alerta à GNR de Peniche de que a filha estava desaparecida da sua casa, em Atouguia da Baleia.

As autoridades iniciaram as buscas e tanto o pai de Valentina como a madrasta, Márcia Monteiro, estiveram sempre presentes junto à casa. O casal acabaria por ser considerado suspeito.

O corpo de Valentina acabaria por ser encontrado num pinhal.

Sandro Bernardo acabaria por confessar à Polícia Judiciária, enquanto Márcia Monteiro alegou ter sido vítima de violência doméstica e ameaçada para não contar o que tinha visto e para o ajudar a esconder o corpo.

 

Inspetores da Polícia Judiciária acompanham a madrasta (C) de Valentina Fonseca, a menina de 9 anos que desapareceu na quinta-feira em Peniche, e foi encontrada morta na manhã de domingo, à saída do Tribunal de Leiria, em Leiria, 13 de maio de 2020. PAULO CUNHA/LUSA
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