Silvina Queiroz, professora, escreve semanalmente no LUX24.

Neste dia, há cento e vinte e seis anos, Atenas inaugurava com pompa e circunstância os Primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Envolvidos em polémica (afinal esta já vem de longe) por questões de calendário.

Anunciados para decorrerem entre 6 e 15 de Abril, os preparativos e a própria chegada de atletas, foram uma confusão de monta.

Alguns regeram-se pelo calendário juliano, ao tempo o vigente na Grécia, outros marcaram a sua agenda pelo gregoriano, o que usamos até hoje.

Pelo juliano, os Jogos abririam na última semana de Março e já por aqui podemos imaginar a bagunça.

Mas, passados os constrangimentos, que não hão-de ter sido poucos, a maravilhosa Festa do Desporto arrancou na data agendada pela organização, 6 de Abril.

Cumpria-se assim o sonho do Barão de Coubertain de “ressuscitar” os Jogos Olímpicos da Era Clássica

Estiveram presentes quatorze países e duzentos e quarenta e um atletas, disputando várias modalidades: atletismo, esgrima, halterofilismo, esgrima, ciclismo, luta, ginástica, tiro e natação.

Aos vencedores foi-lhes entregue uma medalha de prata (o ouro só viria depois) e um ramo de oliveira. Aos segundos classificados uma medalha de bronze e um ramo de loureiro. Símbolos de Paz e de Glória. Os terceiros nada receberam e assim foi durante bastante tempo.

Paz e Glória sempre andaram associadas na história da Humanidade. Mas mais vezes a Glória se conseguiu através da guerra do que através da Paz, o que é absolutamente terrível.

Mais precisamos de Paz do que de Glória. Indubitavelmente. Paz Sim, Guerra não!

Fiquem bem, fiquem felizes.

Um abraço de terras lusas. SQ

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