Silvina Queiroz, professora, escreve semanalmente no LUX24.

Não. Não vou contar a velha rábula do “Chá, café ou laranjada?”, atribuída, e bem, ao pessoal de cabine em transportes aéreos. De chá não gosto muito. Safam-se três ou quatro. De laranjada, só mesmo sumo espremido (pelo qual pedem uma “fortuna”!) Agora café e chocolate… a estória é outra.

À conta de uma horripilante bactéria que “resolveu” ser minha inquilina, há três meses que nem vê-los. Chocolate só comia um pedacinho de quando em vez; nunca me candidatei a uma barra inteira: “morria”. Agora o cafezinho era infalível! Adoro!

E estava até convencida que era o meu “combustível”. Só com ele as tensões atingiam valores aceitáveis e mesmo assim… Estaria enganada. Ainda não me apaguei, mesmo sem beber um golinho da minha bebida preferida: o café bem forte, bem amargo, bem quente. Dizem que como o inferno. Direi como o Céu!

Na segunda-feira passada cumpriram-se cento e setenta e um anos sobre o nascimento de Angelo Moriondo. Nascido em Turim, Itália, desde cedo que Moriondo se interessou por máquinas e artefactos.

A ele devemos a primeira máquina de café expresso, patenteada em 1884 e melhorada ano após ano pelo próprio inventor. Serviu-se dela para publicitar a sua própria empresa de café e chocolates. Sempre tão bem juntos estes dois!

Diferentemente das máquinas expresso dos nossos dias que “tiram” um café, dois e raramente mais, a de Angelo “tirava” muitos de uma só vez. Uma espécie de café da avó mas em versão rápida e eficiente.

Cá fico esperando a minha oportunidade de retomar bons hábitos. Cuidem-se. O Verão está aí.

Aquele abraço de longe mas tão perto.

SQ

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