A man sits outside his destroyed building after bombings on the eastern Ukraine town of Chuguiv on February 24, 2022, as Russian armed forces are trying to invade Ukraine from several directions, using rocket systems and helicopters to attack Ukrainian position in the south, the border guard service said. - (Photo by Aris Messinis / AFP)

O ministro da Saúde da Ucrânia, Viktor Lyashko, disse esta quinta-feira à noite (24) que morreram 57 ucranianos e 169 ficaram feridos como resultado da invasão militar russa iniciada de madrugada.

Viktor Lyashko também disse que as autoridades ucranianas estão a reorientar as instalações de saúde do país para criar condições de assistência de pessoas que precisam de assistência médica devido à situação de conflito.

A Rússia lançou hoje de madrugada uma ofensiva militar em território da Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que as autoridades ucranianas dizem ter provocado dezenas de mortos nas primeiras horas.

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que o ataque responde a um “pedido de ajuda das autoridades das repúblicas de Donetsk e Lugansk”, no leste da Ucrânia, cuja independência reconheceu na segunda-feira, e visa a “desmilitarização e desnazificação” do país vizinho.

O ataque foi de imediato condenado pela generalidade da comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU.

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