(L-R) US Vice President Kamala Harris, US President Joe Biden, Ambassador Karin Olofsdotter, of the Kingdom of Sweden, and Ambassador Mikko Hautala, of the Republic of Finland, paticipate in a signing ceremony for the Instruments of Ratification for the Accession Protocols to the North Atlantic Treaty for the Republic of Finland and Kingdom of Sweden, in the East Room of the White House in Washington, DC, on August 9, 2022. (Photo by SAUL LOEB / AFP)

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou hoje o documento que ratifica que o Congresso dos EUA é favorável à adesão da Suécia e da Finlândia à Aliança Atlântica (NATO).

Na cerimónia de assinatura, Joe Biden esteve acompanhado pelos embaixadores sueco e finlandês em Washington, Karin Olofsdotter e Mikko Hautala, respectivamente, bem como por outros altos funcionários, tais como a vice-presidente, Kamala Harris, e a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi.

Mais tarde, o Presidente enviou uma carta a Harris, que é também presidente do Senado, na qual salientava que o acordo para a adesão da Suécia e da Finlândia à Aliança Atlântica “não terá o efeito de aumentar a percentagem global dos Estados Unidos nos orçamentos comuns da Nato”.

A carta, que foi recolhida pela Casa Branca, salienta que a possível adesão das duas nações à aliança militar “não diminui a capacidade dos Estados Unidos de satisfazer ou financiar as suas necessidades militares fora da área do Atlântico Norte”.

A Finlândia e a Suécia tinham recusado durante décadas candidatar-se à adesão à Nato, mas mudaram a sua posição na sequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, iniciada em 24 de fevereiro por ordem do Presidente russo, Vladimir Putin.

A adesão da Suécia e da Finlândia foi desbloqueada na cimeira de Madrid em 29 e 30 de junho, onde os líderes convidaram ambos os candidatos, depois de se ter chegado a um acordo na preparação da cimeira para que a Turquia levantasse o seu veto em troca de um maior envolvimento escandinavo na luta contra o grupo terrorista do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

Ambos os países deram mais um passo em frente na adesão à Nato em 5 de julho com a assinatura dos respectivos protocolos de adesão, tornando-os membros “de facto” da aliança militar enquanto aguardam a ratificação formal.

Posteriormente, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, falou de um “dia histórico”.

MC // JH

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