French forensics officers operate outside the Basilica of Notre-Dame de Nice after a knife attack in Nice on October 29, 2020. - France's national anti-terror prosecutors said Thursday they have opened a murder inquiry after a man killed three people at a basilica in central Nice and wounded several others. The city's mayor, Christian Estrosi, told journalists at the scene that the assailant, detained shortly afterwards by police, "kept repeating 'Allahu Akbar' (God is Greater) even while under medication." He added that President Emmanuel Macron would be arriving shortly in Nice. (Photo by ERIC GAILLARD / POOL / AFP)

O primeiro-ministro francês, Jean Castex, elevou hoje o nível de alerta terrorista em todo o país, na sequência do ataque que matou três pessoas numa igreja católica de Nice (sudeste).

A segurança de edifícios, transportes e locais públicos vai ser elevada para o nível “emergência atentado”.

Castex, que anunciou a medida na Assembleia Nacional, qualificou o ataque de “ignóbil, bárbaro e abjeto” e prometeu uma resposta “firme, implacável e imediata”.

O primeiro-ministro anunciou também uma reunião do Conselho de Defesa Nacional de França para sexta-feira.

Três pessoas foram mortas hoje, uma delas degolada, no interior da basílica de Nossa Senhora de Nice, num ataque perpetrado por um homem com uma arma branca.

O suposto autor do ataque foi rapidamente detido pela polícia, tendo sido ferido a tiro e transportado para o hospital. Segundo fonte próxima do inquérito citada pela agência France-Presse, disse chamar-se “Brahim” e ter “25 anos”.

O ataque está a ser tratado como um ataque terrorista pela polícia.

O incidente ocorre duas semanas depois da decapitação de um professor na região parisiense, assassinado depois de ter mostrado caricaturas de Maomé numa aula sobre liberdade de expressão.

Nos últimos dias têm-se multiplicado reacções do mundo muçulmano contra a França e o seu Presidente, depois de Emmanuel Macron ter declarado, durante uma homenagem nacional a esse professor, que continuaria a defender a liberdade de expressão, incluindo a publicação de caricaturas.

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