Representantes dos governos de 12 países da América Latina reuniram esta segunda-feira em Quito, Equador, para tentar encontrar soluções conjuntas para lidar com o êxodo de venezuelanos, que fogem da crise no seu país.

Em debate está a eventual eliminação de restrições ao trânsito de venezuelanos e a adoção de medidas conjuntas que passam pela criação de um fundo comum de apoio, proposto recentemente pela ONU.

Segundo dados da ONU pelo menos 2,3 milhões de venezuelanos estão radicados no estrangeiro, entre eles 1,6 milhões de cidadãos que emigraram desde 2015, devido ao agravamento da escassez de alimentos, medicamentos e aos altos preços dos produtos na Venezuela, tendo em conta os baixos salários locais.

Países como o Brasil, a Colômbia, o Chile, o Panamá, a Argentina, figuram entre os principais destinos dos venezuelanos que emigraram para nações da América do Sul, nalguns casos a pé, pelas estradas.

Para o dia 05 de setembro está prevista uma reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização de Estados Americanos, para tratar da crise na Venezuela e do êxodo de venezuelanos.

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