O Brasil contabilizou 140 mortes e 14.134 novos casos de infecção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, informou domingo o Ministério da Saúde no seu boletim epidemiológico.

No total, o país sul-americano concentra 165.798 óbitos e 5.863.093 casos de infecção desde o início da pandemia de covid-19, registada oficialmente no Brasil no final de fevereiro.

Geograficamente, São Paulo (1.168.640), Minas Gerais (382.882), Bahia (374.009) e Rio de Janeiro (326.956) são os estados brasileiros com maior número de infecções.

Já a lista de unidades federativas com mais mortes é liderada por São Paulo (40.564), Rio de Janeiro (21.294), Minas Gerais (9.507) e Ceará (9.439).

No momento, mais de 5,3 milhões de pessoas diagnosticadas com a covid-19 já recuperaram da doença no Brasil, país lusófono mais afectado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, enquanto que 394.181 pacientes infectados estão sob acompanhamento médico.

Por outro lado, um consórcio formado pela imprensa brasileira, que colabora na recolha de informações junto das secretarias de Saúde estaduais, anunciou que o país somou 138 vítimas mortais e 12.489 casos confirmados nas últimas 24 horas, totalizando 5.860.590 infecções e 165.811 óbitos.

No dia em que o país foi a votos para eleger prefeitos e vereadores nos mais de cinco mil municípios do Brasil, várias cidades registaram aglomerações em locais de votação, como nos estados de Goiás e Rio de Janeiro.

Segundo a imprensa local, dificuldades para encontrar as secções eleitorais, ausência de mesários e problemas técnicos foram alguns dos motivos que causaram a aglomeração de eleitores, que tinham uma série de medidas de saúde a cumprir devido à pandemia.

Para entrar as assembleias de voto, os brasileiros tiveram de usar máscara e respeitar o distanciamento social, tendo sido pedido aos eleitores que levassem uma caneta para assinar a lista de presença. As autoridades garantiram que seria disponibilizado álcool gel para antes e depois do voto nas urnas electrónicas.

Um dos motivos de aglomeração no Rio de Janeiro foi o próprio Presidente do país, Jair Bolsonaro, que após exercer o seu voto decidiu passear, sem usar máscara, pela zona norte da cidade, atraindo várias pessoas em seu redor.

Bolsonaro tirou fotografias com vários apoiantes e pegou uma criança no colo, apesar de não ter máscara, que é de uso obrigatório no Rio de Janeiro.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.313.471 mortos resultantes de mais de 54 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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