O ministro da Agricultura, Fernand Etgen. Foto: ©MAVPC
O ministro da Agricultura, Fernand Etgen. Foto: ©MAVPC

 

O grupo de trabalho criado pelo Ministério da Agricultura para acompanhar e impedir casos da peste suína africana revelou esta terça-feira (18) que vai reforçar a vigilância, apesar de não ser conhecido nenhum caso da doença no Luxemburgo.

De acordo com o ministro da tutela, Fernand Etgen, o objetivo é evitar a propagação da doença aos suínos domésticos, após serem conhecidos cinco casos da doença em javalis na Bélgica, perto da fronteira com o Luxemburgo.

Segundo o Governo, foram postas em prática medidas adicionais como a criação de uma zona de vigilância, com cerca de 30 mil hectares, delimitada a norte pela autoestrada A6, de Steinfort ao Luxemburgo; a leste pela A4, do Luxemburgo a Esch-sur-Alzette; e pelas fronteiras belga e francesa.

A caça vai permanecer aberta nessas áreas e os javalis com comportamento suspeito serão abatidos e recolhidos para análise em laboratório.

A tutela relembra ainda que os agricultores devem respeitar as regras de biossegurança e que os porcos domésticos deverão ser confinados aos currais.

Além disso, as autoridades luxemburguesas permanecem em constante contacto com as autoridades europeias competentes, belgas e francesas, a fim de impedir a propagação do vírus. Haverá ainda reuniões com agricultores, caçadores e agentes florestais.

A peste suína africana, doença altamente contagiosa, não afeta os humanos.

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