O principal rosto da chamada “máfia nigeriana” no Luxemburgo, Joseph E., 49 anos, viu o Supremo Tribunal de Justiça do Grão-Ducado confirmar a pena de 12 anos de prisão efectiva, relata a imprensa luxemburguesa.

Esta rede criminosa – que ficou conhecida como G33 – operava na Gare do Luxemburgo, nomeadamente no tráfico de droga, e era mentora da chamada “casa forte”, em Wasserbillig, que ‘abrigava’ mais de 130 nigerianos.

Já no início deste ano, dois alegados cúmplices, Bekky T. e Victor N., tinham sido condenados a doze e oito anos de prisão, respectivamente.

Outras 18 pessoas arguidos do processo, pequenos traficantes (distribuidores nas ruas) foram condenados a penas entre dois e seis anos de cadeia.

A rede foi desmantelada em 2015.

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