
Empresários, trabalhadores e colaboradores do sector Horesca (hotelaria, restauração e similares) saíram, ontem (30), à rua pelo terceiro sábado consecutivo para protestarem contra o encerramento decretado pelo Governo face à pandemia da Covid-19.
Cerca de 300 pessoas voltaram, de forma ordeira e pacífica, a exigir ao Governo a reabertura de cafés, restaurantes e similares, respeitando medidas de higiene estritas.
Cartazes, um caixão de papelão, panelas, talheres e muitas frases de indignação acompanharam novamente o “cortejo” do sector pelo centro da capital luxemburguesa, entre a Place Guillaume II, passando, por exemplo, na Place Clairefontaine, pelo Parlamento e terminando na Place d’Armes.
O “panelaço” à luxemburguesa continua a subir de tom e assim irá SEGUIRÁ até que o Governo “ouça” o sector.

O sector da hotelaria e restauração é um dos mais castigados no Luxemburgo face à pandemia da Covid-19 e que, desde finais de novembro de 2020, está praticamente encerrado. Apenas é permitido funcionar quem assegurar os serviços de ‘take away’ e entregas ao domicílio.
Para a semana, já há nova ‘manif’ agendada. O “panelaço” à luxemburguesa vai continuar a ouvir-se até que o sector reabra no Grão-Ducado.
Cafés, restaurantes e similares estão encerrados por ordem do Governo até, pelo menos, 21 de fevereiro, no âmbito das medidas de combate à pandemia da Covid-19.
Com base nos dados oficiais, o Luxemburgo contabilizava ontem um total de 579 mortes e 50.547 casos de infecção por Covid-19, desde que foi conhecido o primeiro caso no país no final de Fevereiro de 2020.
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