Henri Kox, ministre du logement ; Félicie Weycker, présidente du Fonds Kirchberg ; François Bausch, Vice-Premier ministre et ministre de la Mobilité et des Travaux publics - FOTO. ©MLOG
Henri Kox, ministro da Habitação; Félicie Weycker, Presidente do Fonds Kirchberg; François Bausch, vice-premier-ministro e ministro da Mobilidade e Obras Públicas – FOTO: ©MLOG

O Ministério da Habitação pretende construir 7.000 habitações nos terrenos geridos pelo Fundo Kirchberg, para venda a custos controlados.

“O Fundo Kirchberg, organismo público sob a supervisão do Ministro da Mobilidade e Obras Públicas, construirá mais de 7.000 unidades habitacionais nos seus terrenos, com o objectivo principal de oferecer uma ampla gama de habitações de qualidade, acessíveis a todos os rendimentos”, refere um comunicado do Governo.

De acordo com projecções do Governo a longo prazo, cerca de 27.500 habitantes viverão em Kirchberg e dois terços das casas serão a preços “acessíveis”.

Segundo a planificação do Governo, antes de 2023, haverá 757 apartamentos para colocar à venda nos sectores de Réimerwee e Kiem. Depois até 2026, mais 1.038 apartamentos serão construídos na zona do antigo edifício da Eurocontrol, Grunewald Oeste, Boulevard Adenaur e Laangfur.

Numa terceira fase, e até 2030, o Governo prevê a construção de 1.360 habitações nas zonas FK Sud Zone B, Grünewald Ouest, Laangfur, rue Tony Rollman e Kuebebierg.

A todos estes alojamentos juntam-se 3.127 habitações previstas para os 24 hectares de Kuebebierg, a última grande reserva de terrenos de construção ainda inexplorada.

As habitações deverão ser disponibilizadas “40% a 60%” mais baratas que o actual preço de mercado.

Kirchberg passará dos actuais 4.000 habitantes de hoje para 27.500 residentes em 2030.

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