© Divino Sospiro

Divino Sospiro, uma orquestra portuguesa especializada na interpretação de música barroca, actua esta noite (19:30) na Salle de Musique de Chambre, na Philharmonie, no âmbito do Festival Atlântico 2021.

Fundada em 2003 e sob a direcção artística do músico italiano Massimo Mazzeo, a Divino Sospiro pinta uma imagem sonora cintilante deste panorama musical “sem nunca abdicar do próprio instinto criativo, com o objectivo de despertar um novo gosto estético, uma nova paixão pelo ‘ouvir’, uma nova reflexão sobre o objectivo da música e dos músicos”.

Potência mundial na época dos grandes descobrimentos, Portugal teve durante o Renascimento e o período barroco uma paisagem musical rica e diversa, na qual se reflectiram muitas influências culturais.

Divino Sospiro «COSMOPOLITISMO DO BARROCO NA MÚSICA PORTUGUESA» contará com direcção Massimo Mazzeo e a prestação da soprano Ana Quintans.

Antes do espectáculo Iskrena Yordanova (Divino Sospiro) estará à conversa com Francisco Sassetti, da Philharmonie Luxembourg.

© Massimo Mazzeo

Divino Sospiro «Cosmopolitisme du baroque portugais»

Carlos de SeixasSonate en sol mineur (g-moll) K 49

Francisco António de Almeida«Un cor, ch’ha per costume» (La Spinalba, ovvero Il vecchio matto)

Antonio VivaldiSonate pour deux violons et basse continue RV 63 «La Follia» (d’après / nach A. Corelli: Sonate op. 5/12)

Pedro António Avondano«Questi al cor» (La morte d’Abel)

António da CostaConcerto grosso op. 1 N° 6 en si mineur (b-moll)

Pedro António Avondano«Signor che mi traesti» (Gioas, Re di Giuda)

Pedro António Avondano«Ah, se ho da vivere» (Gioas, Re di Giuda)

Charles AvisonConcerto grosso N° 5 en ré mineur (d-moll) (d’après / nach Domenico Scarlatti)

João de Sousa Carvalho«Se l’interno affanno mio» (Alcione).

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