A central sindical OGBL defendeu seis medidas para combater a crise financeira no comércio tradicional face à pandemia do Covid-19 no Luxemburgo.

Um contracto colectivo sectorial para as pequenas empresas (com menos de 50 pessoas), a proibição de construir novos centros comerciais nos próximos três anos, o congelamento das rendas comercial durante três anos, a emissão de vouchers de consumo público, um plano de manutenção do emprego no sector e uma nova regulamentação do horário de trabalho são as propostas da maior central sindical do país para evitar falências e consequências sociais dramáticas dentro do sector, que emprega mais de 25.000 pessoas.

Face à pandemia do Covid-19, o pequeno comércio/comércio tradicional é afectado, sobretudo, pela perda de rendimentos e falta de confiança dos consumidores e o impacto da crise no poder de compra.

A OGBL, que ontem anunciou estas propostas em conferência de imprensa, quer levar estas medidas aos ministros das Classes Médias, Lex Delles, e do Trabalho, Dan Kersch, com o objectivo de ajudar a “salvar” pessoas e a Economia no sector.

Segundo a OGBL, o comércio emprega cerca de 25 mil pessoas, sendo que 75% das lojas têm menos de 5 empregados e cuja taxa de trabalhadores com contractos colectivos de trabalho é inferior a 40%.

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