A portuguesa Ana Lopes assassinada no Luxemburgo em Janeiro de 2017 - FOTO: Facebook
A portuguesa Ana Lopes assassinada no Luxemburgo em Janeiro de 2017 – FOTO: Facebook

O julgamento do homicídio da portuguesa Ana Lopes, assassinada em janeiro de 2017 alegadamente pelo seu ex-companheiro, vai ser retomado no próximo mês de novembro, apurou o LUX24 junto a uma fonte ligada ao processo.

O julgamento deste caso mediático começou no dia 10 de março no Tribunal do Luxemburgo, mas foi interrompido apenas quatro dias depois, devido às imposições governamentais relacionadas com a crise pandémica do Covid-19 no Luxemburgo.

Durante as sessões que foram realizadas nesses quatro dias, o principal e único suspeito do assassinato de Ana Lopes, o ex-companheiro Marco Silva, negou todas as acusações de que foi acusado durante as sessões.

Fonte ligada ao processo revelou ao LUX24 que o julgamento vai ser retomado na terça-feira, 10 de novembro de 2020, e terá um total de 12 sessões até 27 de novembro de 2020. A sentença do Tribunal do Luxemburgo deverá ser conhecida no início de 2021. 

Ana Lopes e o ex-companheiro, Marco Silva, que a terá assassinado – Foto Facebook

O crime de Ana Lopes em janeiro de 2017 chocou toda a comunidade portuguesa residente no Luxemburgo pela brutalidade dos factos em que terá ocorrido.

A jovem, na altura dos factos com 25 anos de idade, residente em Bonnevoie, desapareceu em 15 de Janeiro de 2017 e o seu corpo foi encontrado, dois dias depois, carbonizado dentro do seu próprio carro.

A viatura foi incendiado numa zona de terra batida e arvoredo em território francês, em Roussy-le-Village, perto da fronteira com o Luxemburgo.

Local onde foi encontrada a viatura incendiada com o corpo de Ana Lopes, nos arredores de Roussy-le-Village, França, perto da fronteira com o Luxemburgo – FOTO PAULO DÂMASO/LUX24

Os testes de ADN ao corpo carbonizado de mulher que se encontrava no interior do veículo confirmaram ser Ana Lopes.

O principal arguido e único suspeito do crime é o ex-companheiro de Ana Lopes, Marco Silva, de 32 anos, pai de um filho em comum, e que foi preso poucas semanas após a morte da mulher.

O português continua detido do Centro Penitenciário de Schrassig, no Luxemburgo.

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