A Horesca quer evitar novo encerramento compulsivo de cafés e restaurantes por parte do Governo do Luxemburgo, tal como aconteceu na primeira vaga da pandemia do Covid-19, e apela a todos os intervenientes do sector que respeitem as regras sanitárias em vigor.

Apesar do número de novas infecções e mortes devido ao coronavírus ser mais elevado do que na primeira vaga, o Luxemburgo mantém os seus cafés e restaurantes em funcionamento, ainda que com restrições devido à pandemia (máximo de quatro pessoas por mesa, o máximo de 100 clientes dentro de um restaurante, todos os clientes devem estar sentados e o encerramento deve ocorrer até às 23:00).

Contudo, o primeiro-ministro Xavier Bettel já deu a entender que a situação poderá mudar a qualquer momento e, se os casos continuarem a aumentar, poderão surgir medidas ainda mais restritivas para vários sectores, entre eles a hotelaria, restauração e similares.

Por isso, a Horesca lançou um apelo para que os estabelecimentos cumpram todas as medidas em vigor afim de evitarem multas e de não colocarem em perigo a saúde pública, o que poderia levar a um novo encerramento geral do sector.

A Horesca recorda ainda que as multas por incumprimento das regras sanitárias variam entre 4 mil e 8 mil euros e em caso de reincidência pode resultar na retirada temporária da autorização de comércio.

De acordo com os dados oficiais, o país contabiliza agora um total de 219 mortes e 25.931 casos de infecção por Covid-19, desde que foi conhecido o primeiro caso no país no final de fevereiro de 2020.

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