A Horesca, que defende os interesses do sector da hotelaria e restauração no Luxemburgo, pede a abertura “imediata” das esplanadas de cafés e restaurantes de forma a “preparar” o eventual regresso em pleno a partir de 15 de março. Contudo, o pedido esbarra naas intenções do Governo.

Depois de encerrados na primeira vaga da pandemia, o sector da horesca voltou a encerrar em finais de novembro de 2020 e, desde então, apenas quem consegue garantir serviço ‘take away’ ou entrega ao domicílio está autorizado a trabalhar. Todos os outros cafés, restaurantes e similares estão encerrados devido à pandemia da Covid-19.

Por determinação do Governo, as medidas restritivas em vigor foram prolongadas até, pelo menos, 14 de março, mas a horesca contesta e pede um alívio das restrições para o sector, com a reabertura das esplanadas, de forma a preparar a eventual reabertura total em 15 de março.

À RTL, o ministro das Classes Médias, Lex Delles, disse hoje que esta pretensão não pode ser atendida, explicando que uma reabertura imediata é “impossível” dado o aumento de infecções no país.

A horesca defende que a propagação do novo coronavírus “não se deve” aos cafés e restaurantes, uma vez que o número de novas infecções tem vindo a aumentar no Luxemburgo, embora o sector estejam encerrado há precisamente três meses, desde 26 de novembro de 2020.

Em comunicado, a horesca diz que, por causa das temperaturas primaveris que se tem sentido, muitas pessoas juntam-se na via pública para partilhar momentos de convívio na altura das refeições, “não respeitando as regras sanitárias”. “Não será melhor ter várias meses pequenas nas esplanadas, do que um agrupamento de pessoas no espaço público?”, questiona a federação do sector.

De acordo com os dados oficiais, o Luxemburgo contabiliza um total de 634 mortes e 54.871 casos de infecção por Covid-19, desde que foi conhecido o primeiro caso no país no final de Fevereiro de 2020.

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