Foto de arquivo ©SIP / Charles Caratini, tous droits réservés
Foto de arquivo ©SIP / Charles Caratini, tous droits réservés

O Comité para a Memória da II Guerra Mundial organizou este domingo, 23 de Fevereiro, a cerimónia anual em memória dos combatentes da resistência luxemburgueses, no cemitério de Notre-Dame, na cidade do Luxemburgo.

Militares, políticos e civis associaram-se à Jornada Nacional da Resistência, que serviu para evocar a memória dos 23 luxemburgueses assassinados pelas SS no campo alemão de Hinzert, perto de Trier, no dia 25 de Fevereiro de 1944.

Esses 23 luxemburgueses são considerados o símbolo da resistência luxemburguesa em homenagem a todos os outros mortos.

Um total de 1.586 luxemburgueses foram deportadas para o campo de Hinzert.

No livro ‘Histoire du Luxembourg’, publicado em 2013, o professor Michel Pauly escreve que, de uma população total de 290.000 pessoas no Luxemburgo no início da Segunda Guerra Mundial, 3.963 luxemburgueses foram deportados para campos de concentração de Dachau, Buchenwald, Natzweiler-Struthof, Mauthausen, Ravensbruck ou Sachsenhausen durante os anos de guerra. Desses, 791 não sobreviveram.

Outros 4.136 luxemburgueses foram levados para campos de concentração na Silésia, região entre Alemanha, Polónia e República Checa, tendo falecido 154.

Publicidade
Falhas, erros, imprecisões, sugestões?
Por favor fale connosco.
Publicidade