O Luxemburgo assinalou esta sexta-feira os 76 anos da greve geral de 1942, que resultou na execução de 21 pessoas que se insurgiram contra a ordem nazi de ingressarem no exército de Hitler.

Em Wiltz, no norte do Luxemburgo, a 31 de agosto de 1942, muitos luxemburgueses protestaram contra a ordem alemã que obrigava os jovens do país – nascidos entre 1920 e 1924 – a alistarem-se no exército alemão.

A greve geral não foi bem aceite pelo invasor alemão e um tribunal nazi condenou à morte 21 pessoas por terem participado na greve, executando-os com um tiro. Outras 875 pessoas foram ainda presas ou deportadas para os campos de concentração.

Obrigado aos heróis da época que, apesar de não o quererem ser, combateram por aquilo que para nós hoje é evidente: liberdade, democracia, paz e direitos humanos’, escreveu Mars di Bartolomeo, presidente da Câmara dos Deputados, na rede social Facebook.

Este ano as cerimónias evocativas decorrerem em Wiltz, Esch e Schifflange.

Gedenkfeier zu Woltz fir de Generalstreik vun 1942 géint d‘Zwangsrekrutéierung. Merci den Helden vun deemols, déi…

Publiée par Mars Di Bartolomeo sur Vendredi 31 août 2018

 

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