Lagarta do pinheiro – FOTO DR / Todos os Direitos de Autor Reservados

É um problema recorrente e que tende em piorar. Anualmente as lagartas processionárias de carvalhos, vulgarmente conhecidas como ‘lagartas dos pinheiros’, são motivo de preocupação para pessoas e animais de estimação devido à sua toxicidade.

Têm um aspecto ‘fofinho’ mas as ‘lagartas do pinheiro’ são, na realidade tóxicas para as pessoas e até potencialmente fatais para alguns animais de estimação.

No Luxemburgo, a lagarta-processionária-do-pinheiro têm vindo a espalhar-se há vários anos e está a colonizar cada vez mais áreas de lazer e de povoamento humano no país, refere a tutela.

Em comunicado, o Ministério da Saúde, o Ministério do Ambiente e a Administração da Natureza e das Florestas alertaram para os efeitos tóxicos das ‘lagartas dos pinheiros’, que produz inchaço, irritação da pele e olhos e por vezes dificuldade respiratória, enfraquecimento e vertigens.

Em caso de contacto com estes insectos e de sintomas deverá dirigir-se imediatamente a uma unidade de saúde.

Lagarta do pinheiro – FOTO DR Todos os Direitos de Autor Reservados

Também para alguns animais domésticos, casos dos cães e também gatos, estas lagartas são extremamente tóxicas e rapidamente se tornam mortais se não se agir rapidamente.

Alguns dos sintomas de contacto com as processionários são:
– Focinho inchado;
– Língua inchada e azulada;
– Babar intenso;
– Comichão;
– Vómito.

Se detectar alguns destes sintomas no seu cão ou gato deve deslocar-se imediatamente com o seu animal ao hospital veterinário mais próximo.

Publiée par Ministère de la Santé Luxembourg sur Mercredi 17 juin 2020

A ‘lagarta do pinheiro’ é um insecto que ataca as árvores enfraquecendo-as e, em último caso, provocando-lhe a morte.

As lagartas vivem em ninhos provisórios que vão sendo abandonados até à formação de um ninho definitivo (denominado ‘ninho de Inverno’), onde se protegem das baixas temperaturas.

Estes ninhos têm um aspecto de novelo de seda, facilmente identificáveis nas copas dos pinheiros, onde as lagartas permanecem em crescimento activo.

Geralmente entre os meses de janeiro e abril, dependendo das condições climatéricas, as lagartas descem dos pinheiros formando as designadas ‘procissões’, abandonando a árvore para se enterrarem no solo, na sequência do seu ciclo de desenvolvimento.

Deixam o seu hospedeiro em fila como uma procissão, processo que lhes deu o nome.

Mais informações, consultar os sites: www.emwelt.lu e www.sante.lu ou através do e-mail: eps@anf.etat.lu.

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