CovidCheck.lu, o certificado digital do Luxemburgo - (foto: PAULO DÂMASO / LUX24)

A aplicação CovidCheck, que ‘lê’ os certificados digitais Covid-19 no Luxemburgo, foi actualizada e passará a conseguir detectar os certificados falsos, informou hoje o Governo.

Na prática, a aplicação CovidCheck que identifica os códigos QR dos certificados digitais UE contra a Covid-19, foi hoje actualizada e torna possível detectar e relatar certificados falsificados.

“Uma nova actualização do aplicativo CovidCheck.lu está disponível nas lojas Apple e Google Play. A partir de agora, o aplicativo CovidCheck.lu exibirá o status “inválido” ao digitalizar casos identificados como “fantasiosos” e amplamente discutidos nos últimos dias”, refere o Governo em comunicado.

Esta actualização surge na sequência da denúncia de certificados falsos que usariam o nome de personagens animadas, casos de Bob Esponja ou Rato Mickey, mas também do antigo líder nazi Adolf Hitler. O uso do nome de Hitler em certificados digitais detectados no Luxemburgo foi considerado pelo primeiro-ministro Xavier Bettel como uma “provocação“.

A tutela, através dos Ministérios da Saúde e da Digitalização, recomendam ainda os utilizadores a “sincronizarem o aplicativo com o sistema nacional” nas opções de configuração.

 Validade imediata do “booster” 

O Governo indica ainda que o certificado referente à vacinação de reforço – também denominado “Booster” – é válido no Grão-Ducado “assim que a vacina de reforço for administrada”, ou seja, de forma imediata.

“Uma vez que cada país tem liberdade para publicar as suas próprias normas nesta área, é recomendável que quem viaja ao estrangeiro conheça primeiro as normas em vigor no país de destino. Em todos os casos, é igualmente recomendado ter [consigo] o certificado de vacinação de reforço e o anterior certificado de vacinação que permanece válido, mesmo após a vacina de reforço”, recomenda o Governo luxemburguês.

Todos os certificados válidos estão disponíveis no MyGuichet.lu, o portal do cidadão no Luxemburgo.

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