FOTO POLICE LUXEMBOURG - FACEBOOK

A mulher, de 59 anos, vítima mortal do atropelamento de quinta-feira à noite em Hagen, Luxemburgo, era portuguesa, de origem cabo-verdiana, confirmou ao LUX24 uma amiga da vítima.

Arlinda Rocha, de 59 anos, residia em Hagen, na comuna de Steinfort, onde foi tragicamente atropelada na quinta-feira (23), pelas 22:00.

“Veio para o Luxemburgo já alguns anos, depois de perder o trabalho em Portugal por causa da crise”, contou ao LUX24, Antónia Rosária dos Santos, amiga da vítima.

Arlinda Rocha foi atropelada perto da casa onde residia, na rue Principale, em Hagen. Foi prontamente assistida no local e transportada ao hospital, mas as autoridades, tal como o LUX24 avançou, indicaram que a situação era grave e o “prognóstico reservado”.

Arlinda Rocha, divorciada, mãe de dois filhos, era conhecida como uma pessoa “trabalhadora, lutadora, divertida e sempre pronta a ajudar o outro”.

“Ela trabalhava na cooperativa co-labor, em Bertange, era admirada pela direcção e colegas. Na co-labor [mercado de frutas e vegetais biológicos] ela era considerada uma luz para com os colegas e toda a gente. Fazia de comer (comida portuguesa e cabo-verdiana, levava para o trabalho e partilhava para toda gente. Tinha um coração de ouro”, contou Antónia, ainda em choque com a notícia que deixou igualmente comovida toda a comunidade imigrante radicada no Luxemburgo.

As circunstâncias em que ocorreu o atropelamento estão a ser averiguadas pelas autoridades luxemburguesas, que abriram uma investigação ao caso.

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