A aliança dos produtores de petróleo OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e Rússia, decidiu hoje, em Viena, reduzir a sua produção em 2 milhões de barris por dia, o que representa o maior corte desde a pandemia.

O anúncio foi feito pelo vice-ministro do Petróleo do Irão, Amir Hossein Zamaninia, no final de uma conferência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e dos seus 10 países produtores aliados, incluindo a Rússia, o México e o Cazaquistão.

O corte na produção já era esperado e é justificado pela forte queda dos preços do petróleo, esperando-se que a decisão de hoje permita incentivar uma recuperação dos valores pagos à OPEP.

Os preços do petróleo caíram para cerca de 120 dólares por barril para 90 dólares (de cerca de 121 euros para 91,3) em três meses devido ao receio de uma recessão económica global, mas também pelo aumento das taxas de juros dos Estados Unidos e pela subida do valor do dólar.

PMC // SLX

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