[ARQUIVO] O treinador do Vizela, Álvaro Pacheco, reage durante o jogo da 10ª jornada da Primeira Liga de Futebol com o Famalicão realizado no Estádio Municipal de Famalicão, 31 de outubro de 2021. MANUEL FERNANDO ARAÚJO/LUSA

Álvaro Pacheco deixou o comando técnico do Vizela, constituindo hoje a quinta saída na edição de 2022/23 da I Liga portuguesa de futebol, após acertar por mútuo acordo a rescisão contratual com o clube vizelense.

Ao fim de 13 jornadas, Álvaro Pacheco, que representava o clube desde 2019/2020 e trouxe a equipa desde o Campeonato de Portugal, deixa a equipa de Vizela no 13.º posto, com 15 pontos, mais seis do que o Gil Vicente, que ocupa o 16.º lugar, de acesso ao ‘play-off’ de manutenção, e mais nove pontos do que o Marítimo, que se encontra no 17.º lugar, o primeiro em zona de descida.

Depois de trazer o Vizela de volta à primeira divisão 36 anos depois, Álvaro Pacheco, de 51 anos, levou a equipa ao 14.º lugar na edição passada da I Liga.

Álvaro Pacheco sucede nas saídas a Ivo Vieira, que saiu do Gil Vicente após a 11.ª jornada, deixando o clube na altura na 15.ª posição, com os mesmos nove pontos do Santa Clara, que ocupava o 16.º posto, em situação de ‘play-off’.

Os gilistas oficializaram recentemente Daniel Sousa para o cargo de treinador principal, depois de Carlos Cunha ter orientado a equipa interinamente durante duas jornadas, registando duas derrotas, uma na receção ao Portimonense (1-2) e outra na deslocação à Luz para defrontar o Benfica (1-3), estando agora no 16.º lugar, com os mesmos nove pontos.

Antes, na sequência da derrota do Paços de Ferreira em Setúbal para a Taça de Portugal e da ausência de êxitos em nove jornadas, José Mota voltou ao clube no qual trocou a carreira de jogador pela função de treinador, para render César Peixoto.

Outro regresso deu-se em Famalicão, onde João Pedro Sousa foi escolhido para suprir a saída de Rui Pedro Silva, que deixou os minhotos ao fim de uma vitória em sete rondas.

A primeira ‘chicotada’ da temporada entre primodivisionários foi protagonizada por Vasco Seabra, que, com cinco derrotas em outros tantos embates, deu lugar a João Henriques no Marítimo.

VR (RYTF/JP/SIF) // VR

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