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Queres fazer o ensino superior em Portugal? Há 3.599 vagas para emigrantes e lusodescendentes

Universidade de Coimbra - FOTO François Philipp - Todos os Direitos de Autor Reservados
Universidade de Coimbra – FOTO: François Philipp / Todos os Direitos de Autor Reservados

Os emigrantes e lusodescendentes que pretendam frequentar o ensino superior em Portugal podem apresentar as suas candidaturas entre 07 e 23 de agosto, estando disponíveis 3.599 vagas para o próximo ano lectivo, de acordo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português.

Estas 3.599 vagas exclusivas para estes candidatos – que representam 7% das vagas no ensino superior público português – abrangem 107 instituições e mais de 5.000 cursos, em todas as universidades e institutos politécnicos.

TRATA-SE DO PROGRAMA “ESTUDAR E INVESTIGAR EM PORTUGAL”, UMA INICIATIVA DO GOVERNO, COM O ENVOLVIMENTO DA DIREÇÃO-GERAL DO ENSINO SUPERIOR, DO CAMÕES – INSTITUTO DA COOPERAÇÃO E DA LÍNGUA, DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, E DAS INSTITUIÇÕES PORTUGUESAS DE ENSINO SUPERIOR.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, nos últimos dois anos registou-se um aumento de 52% do número de emigrantes e lusodescendentes colocados pelo concurso nacional de acesso.

Os candidatos emigrantes e seus familiares também podem aceder ao ensino superior português com o ensino secundário concluído no país de acolhimento através da via profissionalizante.

Outra possibilidade é a opção por um curso técnico superior profissional num instituto politécnico português, com possibilidade de posterior ingresso em licenciatura ou mestrado integrado.

Estes candidatos têm ainda à disposição a possibilidade de “frequentar os mais de 1.800 cursos de mestrado e 600 de doutoramento da rede de ensino superior público português”, bem como “trabalhar em investigação nos 350 centros e laboratórios existentes em Portugal, em todos os domínios do conhecimento”.

E se já frequentaram um curso superior no país de acolhimento, podem igualmente “fazer um período de estudo em Portugal ao abrigo do programa de mobilidade Erasmus+”, prossegue a nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

No ano lectivo 2019/2020, candidataram-se 483 emigrantes e lusodescendentes, tendo ficado colocados 416, o que representa 86%.

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