Cerca de 40% dos postos públicos de abastecimento de combustíveis estão inactivos ou em ruptura de stock.

Os dados são avançados pela Associação Nacional de Revendedores de Combustível (ANAREC), que teme que a situação se torne “insustentável” nas próximas horas.

Em causa está a greve dos motoristas de matérias perigosas, que começou às 00:00 de segunda-feira. A paralisação foi convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), por tempo indeterminado, para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica.

O primeiro-ministro português, António Costa, admitiu alargar os serviços mínimos e adiantou que o abastecimento de combustível está “inteiramente assegurado” para aeroportos, forças de segurança e emergência.

Esta terça-feira, alegando o não cumprimento dos serviços mínimos decretados, o Governo avançou com a requisição civil, definindo que até quinta-feira os trabalhadores a requisitar devem corresponder “aos que se disponibilizem para assegurar funções em serviços mínimos e, na sua ausência ou insuficiência, os que constem da escala de serviço”.

A greve em Portugal poderá afectar algumas ligações aéreas ao Luxemburgo. O alerta partiu esta terça-feira da Luxair Airlines.

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